Imprimo minha libido nos espocares da ipoméia. Seu balido é o fio que me liga à réstia dessa mata e seu desejo ébrio é o laço que me incorpora de modo mais lascivo... e extenso. Sua flauta se espalha pelos ares e sopra na brisa seus cânticos, na brisa, seu hálito doce... Meu potentado deus que habita a relva densa, senhor dos ventos, senhor dos olhos e olhares, mestre das portas e dos portais, submeto-me a ti, submeto-me à suas vontades por completo, curvo-me sobre suas lágrimas que as minhas, de saudade, já deságuam por dentro. Dedico-te meu sangue, dedico-te toda uma vida.
De sua amada, Eco
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
escarro.
...à sua imagem no espelho
já não existe prazer
ou vontade de revê-lo !!
sua lacuna intelectual é uma lástima
tão previsível, seu ego asceta...
cuspo-lhe todo o meu espanto
todo o desse álcool-enredo
que me fizeram gostar tanto
grandessíssimo filho de uma puta, você não é tão brilhante quanto pensa... espero que um dia você perceba.
já não existe prazer
ou vontade de revê-lo !!
sua lacuna intelectual é uma lástima
tão previsível, seu ego asceta...
cuspo-lhe todo o meu espanto
todo o desse álcool-enredo
que me fizeram gostar tanto
grandessíssimo filho de uma puta, você não é tão brilhante quanto pensa... espero que um dia você perceba.
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